sábado, 19 de setembro de 2026

O IMPACTO DE NÃO FAZER PRÉ - CAMPANHA E DE NÃO PRATICAR O ASSISTENCIALISMO. COMO ESSES CANDIDATOS COSTUMAM PONTUAR NA CORRIDA PELOS VOTOS DIANTE DOS DESAFIOS E VANTAGENS?


 

OS POLÍTICOS QUE PRATICAM O ASSISTENCIALISMO, MANTÉM ENTRE 53% E 60% DAS INTENÇÕES DE VOTOS; JÁ OS QUE NÃO PRATICAM O ASSISTENCIALISMO E A PRÉ - CAMPANHA USAM ESTRATÉGIAS DE LIGAÇÕES COM EMPRESÁRIOS QUE É UM MEIO DE SER ELEITO SOB CONSTRANGIMENTO DE NÃO PERDER O EMPREGO.

       Alguns políticos não pratica assistencialismo, não realizam pré-campanha e, mesmo assim saem candidatos para ocuparem a um cargo na administração.

      Esses candidatos trabalham com ligações com muitos empresários que através de constrangimento obrigam seus funcionários a votarem os ameaçando em ter que diminuir o quadros de empregados caso seu candidato não seja eleito.

     Uma empresa de pequeno porte: possuem entre 50 a 250 funcionários. Isso gera uma perspectivas de votos aproximadamente 5.000 mil votos.

     Uma empresa de Grande Porte podem reunir de 300 a mais 2.000 empregados. Isso gera uma perspectivas de votos aproximadamente 50.000 mil votos.

      Já aqueles políticos que praticam o assistencialismo mantém entre 53% e 60% das intenções de votos.

      Para os políticos que escolhem não fazer pré-campanha e nem praticar o assistencialismo, a perspectiva de votos costuma ser baixa e altamente dependente de fatores externos, como uma forte rejeição aos candidatos tradicionais ou uma onda de renovação política. No cenário eleitoral brasileiro, abrir mão dessas duas estratégias significa nadar contra a correnteza da cultura política local.

Abaixo, veja como a ausência dessas práticas impacta diretamente o potencial de votos:

1. O impacto de não fazer pré-campanha

A pré-campanha é o momento em que o político constrói sua lembrança de marca (conhecimento do eleitor sobre quem ele é).

·         Invisibilidade inicial: Sem se posicionar antes do período oficial, o candidato começa a disputa atrás de rivais que já estão há meses nas redes sociais, em reuniões e na mídia.

 

·         Tempo curto de campanha: O período de campanha oficial no Brasil é curto (cerca de 45 dias). Para quem não é conhecido, esse tempo é insuficiente para apresentar propostas e construir confiança.

 

2. O impacto de não praticar o assistencialismo

O assistencialismo (troca de favores, doação de bens, serviços de saúde intermediados, etc.) cria um vínculo de dependência e gratidão, especialmente em fatias mais vulneráveis do eleitorado.

 

·         Perda do "voto de gratidão": Candidatos que focam apenas em propostas estruturais e fiscalização perdem o acesso imediato a redutos eleitorais controlados por lideranças assistencialistas.

 

·         Exigência de maior nível crítico: Esse político precisa focar em um eleitorado de perfil mais ideológico, de classe média ou com maior nível de instrução, que vota por opinião e não por necessidade imediata. No entanto, essa fatia do eleitorado costuma ser menor e mais disputada.

 

·         VULNERABILIDADE AO TEMPO DE TV E RÁDIO:

Durante o período oficial da campanha, esses políticos dependem criticamente da estrutura e do tempo de propaganda do partido. Sera necessário que tambem use toda equipe de campo para realizar as redes sociais para apresentar as propostas dos candidatos e dizer o porque esse candidato merece o seu voto. Mostrar o diferencial do candidato é essencial.

DESVANTAGEM NA LARGADA:

Candidatos que não fazem pré-campanha começam com baixos índices de recall(lembrança do nome) nas pesquisas de intenção de voto.

Não adianta ter um grupo de jovens fazendo panfletagens, aonde eles só sabem entregar papel, mais gente qualificadas para abordar o eleitor e falar sobre a plataformar politica do candidato. Pessoas que saibam vender as propostas do politico, porque o eleitor não gosta de ler.

 


Sérgio Roberto

E-mail: roberto.sergio@hotmail.com.br

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